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Essa semana, no trajeto de taxi até o aeroporto quando voltava de São Paulo me perdi pensando em alguns fatos e responsabilidades. Entre essas, a complexa tarefa de ser mãe.
Olhei pra minha filha e senti tanto amor que seria capaz de tudo para defendê-la ou vê-la feliz e me lembrei, até perder as contas, de quantas vezes minha mãe também demonstrou esse mesmo sentimento: O de proteção a qualquer custo.

Você que é mãe já deve ter dito muitas vezes ou ouvido alguém dizer que quando se trata dos filhos a mãe se torna uma leoa, não é?
Pois eu também já disse isso e também me sinto uma leoa do tipo: _Não mexe com meu filho que eu viro uma fera!
Mas de onde veio essa comparação com a felina?

É que esse comportamento protetor é muito característico delas.

Assim como o leão é o símbolo do sol, da força e da coragem e é conhecido com o rei da selva, as leoas são o símbolo das deusas de Creta, Frígia, Síria, Mecenas, Trácia, Lícia e Esparta. Na Índia e no Tibete são o símbolo da terra e da maternidade. As leoas representam a força, a vigilância e o instinto protetor.

Lindo não é? Qual mãe não se identifica com essas características?

Acontece que tenho presenciado situações preocupantes que são feitas baseadas nessa tal "característica materna". Como se tudo fosse liberado, lícito, ético, justificável e desculpável, quando se fala em defesa da cria.

Mães que abrem a porta da sala de balé da filha em meio a uma aula, para dar um recado do tipo: _Minha filha tem que ficar na frente no dia do espetáculo ok?
Já ouvi também coisas do tipo: Pedi uma reunião com a professora e deixei bem claro que ela não precisa disciplinar meu filho, eu não admito isso!

Quem nunca viu uma cena parecida, é só parar em algum playground por aí e ficar 15 minutos observando. As mães chegam a ser tão protetoras que perdem até a noção quando discutem com crianças da idade de seus filhos, não deixando assim que as crianças aprendam a se defender e lidar com a situação sozinhas.
E com isso, tiramos a autoridade de professores e coordenadores, desrespeitamos líderes de nossos filhos na sociedade ou comunidade e fazemos isso na frente deles! Sim, na frente, como um espelho!!!

Acho lindo o exemplo da leoa, acho inspirador pensar e sentir essa força e amor por nossos filhos. Mas elas são animais irracionais, nós não.

O nosso instinto deve servir para proteger de perigos, pressentir as ciladas e até mostrar nossa força, mas como pessoas racionais.
E não me venha dizer que a razão e o amor não se misturam.
Eu sou racional quando ensino meu filho a amar e respeitar o próximo e não quando o ensino que se ele correr pra mim chorando eu resolverei os seus problemas. Seu filho não vai pensar que você não o ama se você deixar de brigar com o mundo por causa dele.
Você pode ouvir suas queixas, mas não precisa passar por cima de todos por causa delas. Ouça os dois lados, se coloque no lugar do outro, ensine seus filhos a fazerem isso e acima de tudo a respeitarem o próximo e seus líderes ou pessoas que tem a função de cuidar ou ensina-los quando você não está.

Quando somos mães leoas (irracionais) sem perceber, estamos criando filhos gatinhos. Crianças frágeis, manhosas, folgadas, que esperam tudo da vida sem fazer esforço e acham que o mundo gira em torno delas.

Eu sou uma mãe leoa sim! Uma leoa que quer criar filhos leões, fortes e corajosos para enfrentar qualquer situação, mas humildes o suficiente para entender que as vezes vai precisar de ajuda de outras pessoas também.
Que Deus me de sabedoria para isso, criando filhos com responsabilidade, formamos pessoas melhores para um futuro melhor no mundo.

Beijos,
Mãe Leoa da Melissa




Olá pessoal!

Ultimamente ando muito sentimental sabia? Talvez pelo fato de estar passando novamente por mudanças bruscas na minha vida, consequentemente tenho ficado muito sozinha sem o maridão que passa as semanas viajando e só volta pra casa aos finais de semana. Então acabo me agarrando muito a minha filha que é minha companheira linda pra todas as horas.

Hoje dei uma passadinha rápida pelo Facebook e li sobre o nascimento de Eva, a nova filha do Luciano Hulck, o nascimento de um bebê para min é sempre uma notícia mágica e divina e sempre me alegro com bebês chegando, então li um trecho que o Luciano transcreveu no Face o qual ele havia recebido como felicitações de um amigo pelo nascimento da filha. Enfim... já havia lido antes em algum lugar, mas neste exato momento de vida, acho que reflete muito o que ando sentindo...

...antes que minha Mel cresça, que Deus me ajude a "gastar" o máximo de amor que tenho com ela, pois a cada dia parece que ela cresce mais rápido! Queria desacelerar, por favor, me dêem uma fórmula!!! rsrs

Em homenagem a minha razão de viver: Te amo filha!


'Antes que elas cresçam'

Affonso Romano de Sant'Anna

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.

Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.

Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?

Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.

Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.

Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.

Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, posteres e agendas coloridas de pilô. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.

Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.

O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.

Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.
Olá gente!

Que mulher é um bichinho sensível todo mundo sabe, mas minha filha de 7 anos deve ter ganhado uma dose extra dessa característica do Papai do céu, só pode! Rsrs
Hoje passei por uma situação muito delicada, acompanhe o dilema:

A professora dela organizou um Bazar de Troca de brinquedos entre os alunos hoje, para isso eles tiveram que levar um brinquedo que nao brincassem mais para poder trocar com um amiguinho. Até ai tudo ótimo, Mel separou uma bonequinha e foi pra escola toda feliz, estava um pouco resfriada mas não quis faltar de jeito nenhum por causa do tal bazar.

O dia passou e fui eu pegar minha princesa no colégio. Já no carro, fiz a pergunta de todos os dias: Como foi seu dia hoje meu amor? Lembrando que esse momento pra mim é impagável, pois sao 15 minutos até em casa onde ela fala, fala, fala sem parar, me conta tudo com muitos detalhes e eu adoroooo!

Bom, continuando... Ela me mostrou o coelhinho fofo que trocou com a amiguinha pela boneca dela e disse que foi muito legal, mas uma coisa a tinha deixado muito triste... E ai começou a me contar em meio a soluços, o que havia acontecido.

Um dos amiguinhos que ela mais ama na sala levou para trocar um brinquedo que ela havia dado a ele de presente de aniversario... e não é que a danadinha lembrou mesmo do brinquedo? 
E agora? Como se explica isso para uma criança- menina-sensível? Como fazer com que se torne menos doloroso? Você pode estar pensando que estou exagerando, que nao foi nada tão grave... Mas é porque você não é mulher ou porque não tem uma filha mulher kkk.

-Primeira tentativa: _Meu amor, nao fica assim, talvez ele ganhou mais de um igual a este e por isso escolheu para trocar.
- Melissa: Mas você nao sabe como eu estou me sentindo mamãe, eu dei com muito amor...

-Segunda tentativa: _ Filha, ele deve ter brincado bastante com o brinquedo e agora já nao brinca mais, acontece com você também, tem brinquedos que você adora e depois enjoa.
- Melissa: Mas ele nao podia ter feito isso mamãe, ele nao gostou do meu presente...

-Terceira tentativa: _ Olha só, você nao separou uma bonequinha que ganhou de alguém também? E nós nao lembramos quem foi que te deu, talvez ele nao se lembre que foi você quem deu.
- Melissa: Mas ele nao podia, eu escolhi pra ele mamãe e ele trocou!!! Buaaaaaaaá

...e quanto mais eu tentava argumentar, mais ela chorava... Então eu simplesmente resolvi aplicar o melhor remedinho desde a antigüidade, a abracei bem forte, dei um beijo, enxuguei suas lagrimas e disse que a amava e que o que importava era que o presente havia sido dado com muito amor por ela e pronto. Ficamos assim abraçadas, oramos juntas e tudo passou... Ate o próximo episódio, pelo menos rsrsr.

Sei que ainda haverão muitos dramas para lidar, e sei também que nao terei a resposta para a maioria, mas enquanto meu colo de mãe estiver fazendo efeito e trazendo alivio, será muito bom. :-)


Beijos e boa noite.
Olá pessoal,

Pesquisando sobre escolas para minha filha, me deparei com este artigo muito interessante e resolvi compartilhar com vocês, o texto é grande,  mas vale a pena gastar um tempinho pra ler e aproveitar para RE-PENSAR.
Por natureza somos pais super-protetores, mas será que protegendo demais, não estamos formando filhos alienados ou fora da realidade da vida? O texto fala sobre filhos que "se acham" e não sabem lidar com dificuldades ou frustrações.

Beijos e boa leitura.


 
 
 
 
 
 
Fonte: http://www.jardimsaopaulo.com.br/pais.asp


Olá pessoal,

Tenho me empenhado em mudar algumas coisas na minha vida. Acordei para várias coisas que estavam passando despercebidas por mim e não sei porquê dessa mudança toda, só sei que parece que em um belo dia um bichinho do "Aloô", me picou e me fez enxergar com mais atenção as pessoas ao meu redor.

Comecei então a pensar como podería me dedicar mais a minha filha, marido, pai, mãe, etc...
Eu não estou falando de se anular e só ter tempo para os outros, mas falo de aproveitar, acho que essa é a melhor palavra, APROVEITAR, mais aqueles que Deus me deu e que tenho hoje comigo, perto ou longe.

E eu tenho descoberto coisas incríveis com essa mudança, por exemplo:

- Um telefonema fora de hora para o meu pai, só pra dizer que eu o amo e saber se foi tudo bem na consulta... e ele ganhou o dia! rs

- Meia hora sentada no chão com minha filha brincando de barbie ou mãe e filha (onde ela é a mãe e eu a filha claro rsrs) e ela me olha com aqueles olhinhos de alegria por ter brincado com a mamãe.

- Um detalhe diferente pra agradar o "namorido" e pronto, felicidade geral! rsrs

- Um telefonema ou email sem motivo para uma amiga, dizendo o quanto sente sua falta e vai fazê-la se sentir super importante (quem sabe ela não estava precisando se sentir assim?)


Aí eu te pergunto: _Simples ações não podem causar efeitos incríveis? E o que você está esperando pra ser picado por esse bichinho também? Aloôôôô!!!

Essa semana estou fora de casa, passando uns dias em São Paulo, trabalhando e visitando a "sogrita", o marido ficou em casa e tem me feito muita falta... mas por outro lado, estou revendo os amigos e a família que mora aqui.
Faz mais de um ano que nos mudamos de São Paulo e fico impressionada em como tantas coisas podem mudar em um ano. Na verdade eu fico até assustada: As festinhas de aniversário que perdi, a barriga da amiga gravida que eu não vi crescer, o sobrinho que já vai fazer 18 anos e eu nem vi passar, um amigo querido que está envelhecendo e Uau! Quanta diferença em um ano!

Eu sei que não se pode ter tudo nessa vida, não posso estar em todos os lugares que gostaría e ao lado de todas as pessoas que gostaría o tempo todo e sei que vou perder algumas coisas por não estar perto, mas quero que esse dano seja o menor possível na minha vida e vou fazer o que for preciso para que isso aconteça.

Como?
Notando cada vez mais quem está ao meu lado, amando cada vez mais, falando mais com as pessoas, elogiando mais, servindo mais (e porquê não?), enfim, lembrando sempre que Ontem, o Hoje era Amanhã e que tudo passa muito rápido...

Hoje é o melhor dia pra mudar!
Hoje é o melhor dia para se importar com alguém!
Hoje é o melhor dia para dizer Eu te amo!


Doces beijos!
Paulinha Teixer
Ontem assisti o filme " Uma mãe em apuros", e apesar de todos os acontecimentos exagerados pelo qual a protagonista passa no filme, eu me identifiquei com vários deles... e fiquei pensando tanto que acabei perdendo o sono noite passada. rsrs ...eu sou assim mesmo, quando acende uma faísquinha e eu começo a viajar nos pensamentos... vou lonnnnge e não consigo dormir. rs

Talvez você não tenha assistido o filme e nem indico como um super filme, porquê não é tudo isso, mas que traz algumas questões interessantes sobre a maternidade traz e é sobre isso que senti vontade de dividir com vocês hoje.

Quantas vezes, nós mães nos pegamos fazendo as mesmas coisas todo santo dia e essas coisas são tão simples, tão sem importância (como dobrar meias e cuecas, recolher as migalhas de pão da mesa após o café, vir pela casa apagando as luzes que foram deixadas acesas sem necessidade, recolher o lixo, trocar o sabonete do banheiro que acabou...), mas vão se acumulando em nossa vida e em nossa mente a ponto de fazer com que percamos a paixão em fazer coisas mais importantes, mais significativas (como ler um bom livro, conversar sobre política, economia, globalização, gastar mais tempo comprando roupas que não sejam simplesmente "roupas confortáveis de mãe"...) já parou pra pensar nisso?

E quando você trabalha tanto em casa, sendo mãe, que chega ao final do dia, ao invés de dormir, você simplesmente desmaia de cansaço? Então, sem perceber nenhum resultado efetivo e concreto ou sinal de reconhecimento após sua interminável rotina, você começa a se questionar se realmente não precisa voltar ao mercado de trabalho, como se arrumar um emprego fosse um atestado de dignidade, algo que vai poder provar para todos que você faz algo importante, é inteligente, capaz, competente... como se o seu dia-a-dia de mãe já não fosse o suficiente pra provar isso né...

E por falar em provar, no filme, a protagonista é uma super mãe, que ama seus filhos e seu marido mais que tudo, mas em meio a todas essas questões ela se depara com um rapaz mais jovem que ela, que a olha diferente e mesmo sem procurar nada, nem querer nada com esse rapaz, ela se sente diferente, ela sente que precisa ser olhada assim mais vezes. Será que o marido não a ama mais? Porque ele não a olha mais desse jeito? A culpa é dos maridos que são uns tiranos insensíveis que só querem saber de sugar as nossas forças e nos usar como empregadas domésticas por tempo indeterminado? Ah... fala sério? Você pensa mesmo assim? Conquistamos tanto, crescemos tanto como mulheres, em todas as áreas e nos permitimos ter esses pensamentos tão pequenos a respeito de nós mesmas?

Ser mãe é a melhor coisa que podería acontecer a uma mulher, e tomar a decisão de ser mãe em tempo integral, ou seja, ter o privilégio de fazer isso, cuidar dos filhos pessoalmente, dos detalhes da casa, do marido que tanto ama... não a torna menor e nem menos importante do que nenhuma outra situação. Se o olhar já não é mais o mesmo, tente perceber se você ainda é a mesma, se também não olha diferente já... se cuida de si mesma pra se sentir bonita e consequentemente amada, pois é impossível se sentir amada se não se amar primeiro.

O ser mãe é fazer por amor e com amor, sem ficar esperando troca. O vídeo "Mulher invisível" (link abaixo), fala muito sobre isso... pessoas construíram catedrais imensas que nunca ninguém sabería quem as fez, mas Deus olha pra você e diz: _ Eu vejo você. Estou vendo todos os dias.

Um beijo carinhoso,

Paulinha Teixer
Azul do céu brilhou
E o mês de maio, enfim chegou
Olhos vão se abrir, pra tanta cor
É mês de maio, a vida tem seu esplendor
A luz do sol entrou
Pela janela e convidou
Pra tarde tão bela, e sem calor
É mês de maio, saio e vou ver o sol se pôr...


...Quem não se enamorou
No mês de maio, bem que tentou
E quem não tiver, ainda amor
Dos solitários, o mês de maio é o protetor

(Trecho da música "Mês de Maio" de Almir Sater)

Eu gosto especialmente do mês de Maio e não é só porque é o mês do meu aniversário não rs, mas também porquê é o mês das mães e também porquê me lembra amor, romances, casamentos...
Sei que as coisas mudaram e Maio hoje em dia não é mais o mês preferido dos casais apaixonados, mas a sensação ainda ficou pra mim rsrsrs.

Falando nisso, você sabe porquê e de onde vem essa história sobre os casamentos em Maio?

Existem várias teorias sobre o assunto, algumas bem criativas rsrsrs:

- No site chamado "Guia dos curiosos" diz que maio foi intitulado mês das noivas por influência da Igreja Católica. Isso porque é o mês da consagração de Maria, mãe de Cristo. A comemoração do dia das mães, no segundo domingo de maio, também contribuiu para a associação com as noivas.
Como a Igreja Católica tinha muito poder sobre as pessoas, ela instituiu que o quinto mês do ano seria o mais propício para cerimônias religiosas.

- Outra versão diz que: Na idade média, não havia costume de tomar banho, devido ao frio. A razão é simples; o primeiro banho era tomado em maio, que era o primeiro mês depois do inverno e como era só um, logo o cheiro começava a incomodar novamente, por isso, as noivas carregavam buquês de flores, junto ao corpo para disfarçar o mau cheiro. Dai temos "maio" como o mês das "noivas e a explicação da origem do buquê de noiva.

- E os mais simplistas apenas afirmam que é uma tradição vinda da europa, que nos meses de maio acontece a primavera, estação do desabrochar, do florescer, do acasalamento, da procriação.


Vamos nos inspirar neste mês tão cheio de simbolismos e histórias e como diz a música do Almir Sater, deixar nossos olhos se abrirem pra tanta cor!!!

*** A todos os casais apaixonados do mês de maio e dos próximos que ainda virão, sonhem juntos, amem muito, nunca deixem de olhar um nos olhos do outro, o amor vale a pena sim e o casamento é uma benção para aqueles que amam de verdade.







Fotos by Paula Teixer (arquivo http://www.cazablue.com.br/)



*** A todas as mamães que neste mês nos fazem lembrar de um amor tão grande como este, nos fazem sorrir ao ver uma foto, lembrar de um cheiro, ficar querendo colo mesmo aos 30 ou 40 anos de idade rsrs.


Ela foi mãe das suas e das nossas e sem nunca reclamar! Te amo mãe.
Fotos by Paula Teixer