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Quem acompanha o Blog sabe que um dos assuntos mais falados por aqui é sobre mudanças de vida, de cidade, de sentimentos, etc…
Por um momento cheguei a pensar que um dia tudo nessa vida muda, mas será que muda mesmo?
Lendo o Blog da minha amiga Ariane lá do Biscoitos Struts, fiquei com a pulga atrás da orelha. Viu Ari! Já sou confusa menina, pára de me complicar mais! kkkkk
"Dias e dias como dizia Salomão, onde nada é novidade debaixo do sol, são repetições fieis da vitória, do fracasso, da angustia e do contentamento. Mas nada na verdade nada é novidade." (por Ariane) 
Será que quando vivemos uma cena  pelo qual temos a sensação de já ter vivido, um D`ejá Vu , nada mais é do que  algo que na verdade nunca mudou? 
Ou será que as decepções são a confirmação de que algumas coisas nunca mudarão?

Em se tratando de segundos ou terceiros, quem sabe, afinal não temos poder sobre as decisões dos outros, mas em se tratando de nós mesmos, as mudanças podem ser reais sim.
Mas neste caso eu não as chamaria de mudança, acho que o termo mais apropriado seria descobertas. Sim, as descobertas que fazemos de nós mesmos, de quem realmente somos, o que realmente gostamos, etc. Isso sim é que vai causar a verdadeira mudança em nós e isso vem de dentro pra fora! Sem mudança de mente não existe mudança eficaz e isso se chama Metanóia.

Metanoia (do grego antigo μετανοεῖν, translit. metanoein: μετά, metá, 'além', 'depois'; νοῦς, nous, 'pensamento', 'intelecto'), no seu sentido original, significa mudar o próprio pensamento, mudar de ideia. Seria a mudança do que um indivíduo está vivenciando para um novo modo de viver.

Na religião, o contexto de metanóia fala de "processo de conversão" ou mudança de mente.
Na psicologia, coloca-se como reforma da mente ou até mesmo uma forma de auto-cura que resultaria em uma reconstrução psicológica positiva e muito produtiva.

Seja em que contexto ou conceito esteja, acredito sim que tudo começa com essa mudança na mente, e quando percebo que algo não está fácil ou trazendo os resultados que eu esperava, percebo também que preciso parar para uma reavaliação, tipo um Pit Stop sabe?
Quando eu me conheço, consigo traçar minhas metas, focar nos meus alvos para então "reformar" minha mente  e depois ser a mudança que preciso ser e que vai acrescentar algo de bom a esse mundo.

Todos precisamos parar no Pit Stop de vez em quando sabia?
Não espere que os outros mudem, reveja suas expectativas com relação as pessoas e comece a transformação primeiro em você!

E se já recomeçou muitas vezes, não desanime, você é capaz de encontrar forças para se refazer novamente. Tenha fé em Deus e acredite na pessoa que você nasceu para ser: Vencedor!

Obrigado por estar aqui, beijo!
Paulinha Teixer



Oi gente!

Uma coisa que me incomoda sempre que mudo de casa é quando a casa está naquela fase muito limpa, clean, arrumadinha, mas sem identidade, sabe? Nessa hora preciso agir e rápido! rs

Casa (minha) tem que ter foto, tem que ter peças feitas por mim, tem que ter lembranças de viagens, tem que ter cheiro gostoso, tem que poder andar de pé descalço e muito importante: Tem que ter vestígios de que ali vive uma criança!

Uma forma de fazer isso, não é deixar os brinquedos jogados pela sala não, aqui em casa cada brinquedo tem seu lugar (eu gosto de organização porque facilita minha vida!). Mas eu deixo a marca da minha pequena pela casa através dos desenhos e pinturas que ela faz desde pequena.

Eu percebi que desde muito bebê isso a deixava muito feliz, lembro dela apontando com os dedinhos os rabiscos que eu colava na parede e adorava mostrar para quem chegasse na casa.

Agora a Melissa tem 9 e os desenhos são mais escassos, ela gosta mesmo é de pintar! Então no apê novo tratei de achar um cantinho para pendurar suas telas, veja como ficou colorido e lindo! 




Essa parede é a do banheiro dela e olha que ainda tem um espaço do outro lado pra completar com as novas obras da minha mini Picasso!


















Também tem trabalhos dela em outros cantos do apê como essa escultura, a colagem dentro do nicho e os desenhos no painel. Não reparem a mesa bagunçada, estou trabalhando! rs



 Mas seja telas ou desenhos no papel, não tem desculpa para não expor, ficam lindos, perfeitos e tudo passa tão rápido né?

Idéia muito simples: Um varalzinho com barbante e prendedores de roupa!

Aqui, note que as molduras amarelas foram feitas com Washi Tape que são fitas adesivas estampadas fáceis e achar em qualquer papelaria. D+!

Molduras brancas ou direto na parede cobrindo todos os espaços do quarto, uma verdadeira galeria!

Olha que legal, não tenho certeza do que é mas eu chutaria Washi Tape, Contact ou Imãs na parede pintada com tinta magnética.

Direto no painel de madeira = rolinho de fita crepe no verso do desenho e voalá! Na foto ao lado, varal de cabo de aço.

Clássicos e super práticos painéis magnéticos.

Molduras de vários tamanhos ficam demais, aqui deixaram alguns sem moldura mesmo e eu adorei, porque coisa de criança tem que ser divertida!

Varão de cortina! Muito legal e melzinho na chupeta pra instalar vai!

Queria muito ver como você faz ai na sua casa, aposto que também tem muitas obras de arte por aí… me mostra vai, manda pra cá pra eu colocar no post!

Beijos!
Você que mora em casa ou apartamento alugado e sofre com o bichinho da decoração e do faça você mesmo como eu, sabe como é difícil ver uma parede branquinha e não fazer nada não é? Dá um comichão danado! rsrs

Mas eu sei também que tem muita gente que passa por essa mesma situação mas não tem tanto jeito ou disposição assim para botar a mão na massa e praticar o famoso DIY (Do It Yourself).
Conversando com uma amiga outro dia, ela me dizia que morria de medo de colocar qualquer coisa na parede, porque a proprietária não iria gostar ou ia estragar a pintura e tal, por isso não pregava nenhum preguinho, nenhuma fita banana, nem uma tinta, nada… Que horror!!! Minha casa não sobreviveria sem uma fita banana! kkkk

Aqui em casa eu tenho a Anne Shirley que me ajuda nas tarefas e quando ela me vê com uma furadeira, chave de fenda ou escada na mão já pergunta: Vai aprontar o que desta vez patroa? 

Bom, então vamos lá, quero compartilhar com vocês algumas destas "artes" que ando fazendo por aqui e hoje quero falar de papel de parede.
O papel de parede tradicional que conhecemos apesar de ter evoluído bastante e hoje existirem opções muito boas e impermeáveis, são sempre aplicados com uma cola pra lá de grudenta. Eu já me aventurei a aplicar e até que não ficou ruim não, mas o melhor mesmo é contratar alguém com mais prática se você não leva muito jeito pra essas coisas.
Mas o problema desse papel para quem mora de aluguel é que depois para retirá-lo dá muito trabalho, você terá que umedecer a parede e raspar muito, depois lixar, passar massa, lixar de novo, pintar e… Ufa! Cansei só de pensar rsrs.

Daí meu amor, nem eu que sou meio maluca, vou querer um trabalhão desses!!!
Então, pesquisando por aí encontrei uma nova opção para enfeitar minhas paredes que é o Papel de Parede Adesivo.


Ele é feito em vinil liso ou estampado, vem em rolos ou faixas com tamanhos variados dependendo da loja. Eles não tem textura em relevo por ser estampa, o máximo que vai encontrar é uma "estampa que imita uma textura".

Eu achei muito legal e encontrei uma variação enorme de estampas para todos os gostos nas lojas on line. Escolhi uma para colocar na sala te TV daqui de casa e como era a minha primeira vez aplicando, não quis arriscar um cômodo muito grande ou muito visto, como a sala de estar, por exemplo.
A decoração da minha sala de TV tem um conceito de cinema, um sofá muito confortável que se abre todo e cabe todo mundo juntinho, nós adoramos! Ah! Escolhi uns posters de filmes preferidos da família pra colocar nas paredes, mas ainda não chegaram, isso fica para um próximo post.


Colocação - Existem muitos vídeos de blogueiras por aí explicando como se aplica o papel adesivo, por isso você não vai ter um vídeo meu aqui, o que quero na verdade é falar da minha experiência, prós e contras, ou seja, coisas que não me contaram quando eu comprei o papel ou quando vi os vídeos. 
Todos os blogs que vi falando sobre o assunto eram de blogueiras parceiras das lojas que ganharam o papel para fazer a propaganda no seu blog, como não sou tão famosa quanto elas rsrs, não ganhei nada, então posso falar tudo né? rs


Escolhi um papel de tom escuro com uma estampa de arabescos em duas cores. Os desenhos eram pequenos e bem detalhados. 
A primeira impressão que tive quando chegou o papel foi de que realmente não era nada parecido com um papel de parede tradicional, o vinil originalmente tem uma aparência lisa, afinal é um produto plástico. Não é brilhante, mas totalmente liso o que dá uma sensação de algo moderno e prático, mas não tem o charme do papel tradicional, com detalhes de fundo fosco, relevos com brilho, nuances diferentes e texturas com profundidade e toque, isso você não vai ter.
É importante lembrar que dependendo do seu monitor de computador pode existir muita diferença na cor que você vê na tela da cor real, só olhar o que escolhi, parece bem mais esverdeado no site do que realmente é. Na dúvida? Peça uma amostra!

Mas mesmo assim ainda acho que vale muito mais a pena colocar o papel adesivo do que deixar a parede branca.

Outro ponto importante é a escolha da estampa, descobrimos ao aplicar que quanto menor a estampa será mais difícil. Os fornecedores indicam que a aplicação deve ser feita de cima para baixo, você deve colar uma pequena faixa alinhada a parede e ir descendo e puxando com uma espátula.
Acontece que o vinil por ser plástico tem uma certa elasticidade e conforme eu ia puxando ele acabava se esticando milimétricamente, pode parecer sem importância, mas lá na metade da parede para o final comecei a perceber que os desenhos iam se desencontrando.
Tentamos várias técnicas, prendemos com a fita crepe, tivemos todo o cuidado do mundo mas mesmo assim isso aconteceu, por isso chegamos a conclusão de que o papel estaria esticando.
Depois de aplicado não dá pra perceber esses detalhes, só se olhar bem de perto e como o sofá ficou na frente, cobriu toda a parte de baixo que foi onde os desenhos ficaram mais desencontrados.

Outra observação é que na junção das folhas que se sobrepõem uns 0,15 mm, percebo uma sombra quando olho de longe o que não acontece com o papel tradicional.

Agora um ponto super positivo foi o recorte de acabamento, é super fácil de cortar as sobras. Eu utilizei um estilete que nem era tão novo assim rs e uma régua de metal (isso é importante para não criar dentes na sua régua de plástico). Foi "melzinho na chupeta", diferente do papel tradicional que dá um trabalhão para tirar as rebarbas porque está úmido quando você vai cortar e pode rasgar com facilidade.

E por fim, minha conclusão é que mesmo com essas dificuldades, gostei muito do resultado. Queria colocar no quarto da minha filha e na sala de estar, mas depois da experiência vou colocar só no quarto da Mel, até já encomendei. Na sala de estar a parede é muito grande e realmente gostaria de um visual mais sofisticado e texturizado que só vou conseguir com o tradicional, então ainda vou pensar bem o que fazer por lá.



Ah! Ia me esquecendo de falar do custo benefício! Se comparado a um bom papel de parede nacional ou importado, sai mais em conta, ainda mais se você mesma aplicar, então está aprovado quanto ao custo! Lembrando que você pode pedir primeiro algumas amostras para escolher a estampa que quer utilizar.

Seguem algumas lojas que vendem o papel adesivo (Não estou ganhando jabá viu, mas se quiserem me enviar algumas amostras não vou achar ruim não! rsrs)
Ainda quero mostrar nessa série de posts como ficou o quarto da Melissa e por último vou contar o nome das lojas onde comprei os papeis, inclusive com a resposta deles sobre os problemas encontrados, que já estou encaminhando a eles. Acho legal termos este feedback, não acham?


Um beijo,
Paulinha Teixer